Metallica ensaiando novos riffs


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Christina Fuoco-Karasinski do LiveDaily entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

LiveDaily: Você já viu a banda crescer desde que você se juntou ao Metallica há quase seis anos?

Trujillo: De várias formas: para começar, eu, pessoalmente e Kirk [Hammett, guitarra], nós temos filhos agora. Quando eu me juntei ao Metallica em 2003, eu não era casado, eu não tinha filhos. Agora eu estou sentado aqui com uma filha de 2 anos e um filho de 4 anos, casado e feliz. Essa é a maior transição na vida de alguém. Quando eu me juntei pela banda pela primeira vez, eu era meio que um garoto em uma bolha. Eu tinha que realmente me focar em ser parte desta banda e aprender um catálogo de 23 anos na época, então aprender todo o material do “St. Anger”, que foi realmente doido. Então eu tive que criar essa bolha, para que eu pudesse me focar só nisso. Isto teria sido a parte mais difícil com uma família naquela época. E o Kirk também, como eu falei, tem um casal de filhos também. Lars [Ulrich, bateria] teve um filho há cerca de um ano. Há muita mágica nova na banda, um lugar onde todos nós podemos nos conectar, onde nós compartilhamos os mesmos interesses. Fora de muitas coisas como família, nós não temos muitos interesses em comum. Nós todos somos diferentes. Nossas famílias meio que nos unem. A música nos aproxima, definitivamente. É legal ter o aspecto da família lá também. algo que nós obviamente amamos e temos carinho. Nós todos podemos compartilhar isso.

LiveDaily: O que você vê para o futuro do Metallica? Vocês ainda tem um álbum no contrato com a Warner Brox., certo?

Trujillo: Basicamente, eu não sei os detalhes técnicos. Eu só posso dizer isto: fora do lado dos negócios das coisas – que é provavelmente o que você está me perguntando – no nível criativo, o céu é o limite. Para mim, “Death Magnetic” é só uma plataforma de lançamento. Nós já estamos ensaiando algumas idéias novas e novos riffs. Há uma seção rítmica que eu estou vendo com o Lars que eu gostaria de mergulhar ainda mais no futuro. É ótimo tocar riffs thrashs, pesados de novo, também. Isto é uma das coisas com esta banda – não há falta de idéias musicais. Quando você confere algumas das bandas que estão por aí há tanto tempo, algumas vezes a parte mais difícil é se manter motivado. Algumas vezes as bandas acabam tocando quase como – como se diz? – um tributo onde eles tocam todos os hits toda hora. Isso é legal. Mas o futuro desse tipo de banda não parece tão interessante. Eu acho que nós ainda temos algo em nós para criarmos músicas interessantes e ficarmos ainda melhor nisso. É meio engraçado.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Via Metal Remains

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