Veja fala do mercado de Games no Brasil


Parece que agora o negócio vai para frente. Com a entreda des grandes produtoras no Brasil e os veículos de mídia demonstrando o potencial do mercado aqui, agora só falta o governo se tocar e abaixar os impostos. A revista Veja fez uma reportagem muito interessante exaltando o mercado nacional vale a pena ler. Segue uma parte:

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Na montagem, Tarqüínio Teles, o idealizador do Taikodom, ao lado de personagem do jogo: o projeto teve parceria com uma empresa de capital de risco e com a IBM

O empresário Tarqüínio Teles, de 38 anos, levou dez anos e superou barreiras consideráveis para abrir um negócio pouco usual no Brasil. Ele é o criador do Taikodom, jogo para computadores no qual os participantes – hoje perto de 10 000 – montam setenta variações de personagem virtual e usam quarenta modelos de nave para disputar uma ininterrupta batalha on-line. A criação pode ser definida como um misto de Second Life, o mundo dos avatares na internet, com a série Guerra nas Estrelas, do cineasta George Lucas. O significativo é que, para dar vida ao projeto, Teles conseguiu um aporte de 15 milhões de reais, feito por uma companhia de capital de risco, a Idee Tecnologia, com sede em São Paulo. Esse tipo de parceria movimenta há décadas a indústria americana de inovação tecnológica, mas é raríssimo por aqui. Paralelamente, o empresário associou-se à IBM e desenvolveu um sistema inédito de computação para o Taikodom. Em outros jogos on-line, mesmo em best-sellers como World of Warcraft, com 11 milhões de pessoas inscritas, os participantes são separados em grupos de até 500 000. Nunca todos os jogadores estão simultaneamente no mesmo ambiente on-line. É isto que o sistema desenvolvido para o Taikodom permite – o combate de todos contra todos, ainda que sejam milhões de participantes. “Agora, queremos popularizar o nosso jogo em outros países. Nosso maior alvo é a Ásia, onde as pessoas adoram esse tipo de game”, diz Teles, um carioca radicado em Florianópolis.

O Taikodom é o jogo mais ambicioso já criado no Brasil, mas não se trata de um caso isolado. Embora incipiente, há um claro avanço de empresas nacionais sobre o mercado mundial de jogos eletrônicos, que movimenta 42 bilhões de dólares por ano em todo o mundo – no ramo do entretenimento, só perde para o cinema, com receita anual de 90 bilhões de dólares. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames), que reúne 42 companhias, indica que a produção nesse setor cresceu 14% no Brasil no ano passado. O faturamento passou de 76,7 milhões de reais, em 2007, para 87,4 milhões, em 2008. O avanço mais expressivo deu-se na exportação de softwares de jogos: somava 5,8 milhões de reais em 2007 e quase dobrou no ano seguinte, alcançando 11,3 milhões.

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1 Comentário

  1. muito bom


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