Bandas que merecem atenção

Muitas vezes eu fico escutando bandas que já são conhecidas como Metallica, Megadeth, Sepultura, Pantera etc. Mas uma hora ou outra dá uma vontade de escuta algo novo. Aquela sensação de escutar uma música nova, entender a estrutura da música e até pegar perceber algumas tendências novas como o uso constante de oitavas (não que isso seja novo, pois o Iron já fazia isso na década de 80, mas hoje TODAS bandas fazem isso).

Por isso vou colocar aqui de vez em quando algumas bandas que eu encontro por ae e acho foda! Se tiverem alguma sugestão mandem!

FIVE FINGER DEATH PUNCH

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Está banda é foda! Na boa sabe aquela banda em que todos os componentes tocam pra caramba, pois é o 5FDP (sim eu sei que parece  5 filho da putas, mas é assim que os caras da banda abreviam o nome da banda) é nesse esquema. A música que estourou os caras nos EUA foi a The Bleeding, uma das minhas preferidas.

Sei que tem os feras que escutaram e pensaram “aaaa que musica sussa, vai escuta NX0”. Beleza então escuta a The way of the fist.

Foda não? Esse batera toca demais! A banda começo em 2005 e estão no seu segundo CD lançado no ultimos mês de setembro, álbum entitulado de “The War is the answer”. Atualmente os caras estão em turnê nos EUA e depois vão para a Europa. Infelzimente não a nada sobre algum show por aqui.

Fiquem ligados que mais bandas irão aparecer por aqui!

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Novo HGS!

Fiquem ligados o blog vai mudar!!!

Atualizações no HGS

Pessoal

Sei que o blog está meio desatualizado estou numa correria maluca! Estou atrás de pessoas para me ajudar no blog. Lembrando que não é remunerado, já que eu não ganho nada para manter o site, apenas o criei por amor ao Heavy Metal e aos Games.

Quem tiver interesse me mande uma proposta de trabalho preenchendo os seguintes itens:

Nome:

Idade:

Profissão:

Tempo disponível para mexer no blog por dia:

Conhecimento em wordpress:

Conhecimento sobre heavy metal:

Conhecimento sobre games:

Envie para heavygamesociety@gmail.com

Eu (Raton) e o Tur, os 2 fundadores vamos analisar as propostas e responder todas fiquem sossegados.

Abs!

Brasileiro não sabe jogar on-line

Tirei o texto do site Continue achei muito pertinente o que o autor escreveu. Qualquer um que já se arriscou a jogar on-line já passou pela fase Noob (novatos). Normalmente não sabem o objetivo do jogo, ou como auxiliar a equipe a ganhar, e assim acabam sofrendo preconceito e retaliações. Eu já vi a cena que está descrita no texto, onde alguém pergunta como comprar uma arma e o pessoal responde F10. Bando de idiota, infantil, e que são arrogantes que só porque são bons (as vezes nem isso) em algum game acham que tem o direito de humilhar os outros. Isso me deixa muito bravo, a ponto de em uma Lan eu ir até a mesa de um muleque e dar uma apavorada nele. Claro que era um idiota mirradinho e devia ter uns 18 anos, bem muleque mesmo. Mas não vou me extender. Vejam o texto e repassem!

Deixa eu contar uma história. Uma história que certamente não é a primeira do tipo por que eu passei, mas foi a que me irritou o suficiente para escrever este post.

Uma história que aconteceu em Team Fortress 2, mas que poderia ter acontecido, de forma bastante parecida, em qualquer outro jogo online, de Counter-Strike a World of Warcraft.

Mas já aviso: o texto é grande e não muito simpático.

Meu primeiro contato com Team Fortress 2 foi no 360, quando eu comprei o Orange Box, numa época em que não tinha PC pra jogar decentemente. A maior diferença de jogar no console não é a jogabilidade, o fato de ter que trocar teclado e mouse por joystick. Não. A maior diferença é que todos os servidores de jogo são “gringos” e quase não há brasileiros jogando.

Se eu disser que tudo era perfeito em relação ao comportamento do pessoal, estarei mentindo (até porque estamos falando da Xbox Live). Mas também é verdade que em boa parte do tempo o que eu ouvia pelo headset eram coisas como “tem Spy chegando na base”, “tá vindo um Heavy com Medic, se liguem” ou “me avisa quando você colocar sapper na sentry pra eu poder destruir”. E em boa parte das (poucas) vezes que eu perguntava alguma coisa de noob, era respondido. Foi assim que aprendi o básico para se jogar TF2.

Agora corta para ontem, quando jogava uma animada partida na hora em que um garoto entrou no jogo e perguntou, meio preocupado, “vocês sabem se o update do Scout já saiu?”, ao que um outro cara, mais velho, respondeu: “já sim, você não baixou?”

– Não… nem tô sabendo de nada.
– Ih, cara, se liga. Se você não baixar até hoje ao fim do dia, vai perder o jogo.
– Hã?! Como assim? *preocupado*

Mentira, óbvio. O update do Scout já foi prometido indiretamente pela Valve, mas ainda não saiu e nem tem data pra isso. Mas o que mais me impressionou foi a velocidade em que o mentiroso respondeu. Não rolou uma consulta à consciência, um “vale a pena enganar o moleque só pra dar umas risadas? Ah, vale, foda-se”; não houve hesitação. Simplesmente no instinto, o cara mentiu. Não levou dois segundos. Foi o primeiro reflexo dele.

Mas minto: algo me impressionou tanto quanto isso. Foi o fato de que mais três ou quatro caras que estavam no jogo terem se juntado ao mentiroso, para ajudar na mentira, deixando o coitado do novado preocupado, enquanto todos os outros simplesmente riam em silêncio atrás dos seus computadores ou, pior, achavam aquilo uma merda mas não se manifestavam.

Eu fiquei tão fervendo de ódio com tamanha filhadaputice que demorei um pouco pra intervir. Estava sem headset, então soquei o caps lock é digitei: “NÃO, CARA, NADA DISSO! ESPERA AÍ!”. Num segundo eu dei alt+tab e fui confirmar o endereço do blog oficial do TF2, que queria passar pra ele, dizendo pra consultar sempre ali, porque seria o lugar onde o update seria anunciado quando saísse.

Ao voltar pro jogo, o moleque já tinha saído, provavelmente apavorado e achando que ia perder o jogo por não ter feito o update (vamos poupar o julgamento do carinha, ok? Por mais que seja ridículo alguém acreditar que pode perder o jogo só por não ter feito um update, todos já fomos noobs nessa vida.) Eu perguntei pro pessoal se eles lembravam do nick dele, porque queria adicionar ele no Steam pra falar com ele e tal.

Pra quê? Começaram a me tirar pra otário. E eu, mesmo sabendo que não é o mais indicado a fazer, respondi: “como vocês são uns filhos da puta sádicos”.

A partir daí foi um festival de tudo que há de pior na humanidade. Um digitou “nossa, como ele é bondoso, ui!” no chat. Outro me disse, pelo headset, que se eu gostava tanto do moleque era pra eu ir lá e deixar ele me comer (!). Outro mudou o nick para “Sr. Filho da Puta Sádico”. Outro tirou barato de mim, dizendo que “com certeza esse tal de Bracht já caiu numa mentira dessas, por isso fica aí todo se fazendo de bom”. Não, amigão, respeito é um troço que eu sempre tive.

Cara, fiquei profundamente enojado dos meus compatriotas. E digo compatriotas porque, sim, às vezes eu ainda jogo em servidores estrangeiros (no Brasil quase não se acha gente pra jogar o modo Arena), e é NOTÁVEL a diferença de educação. Salvo as inevitáveis exceções, ninguém fica falando merda aleatória no microfone, as pessoas se ajudam, o estilo de jogo é mais focado do trabalho em equipe. Até os nicks são bem diferentes.

Ah, os nicks. Preciso fazer um capítulo em separado para os nicks.

» Os nicks

Deixa eu mostrar os nicks de algumas pessoas que estão na minha lista de “recent players” do Steam.

nicks

Por que, meu Deus, POR QUÊ escolher um nick BABACA como esses? Um nick ilegível, impronunciável e que denuncia tão na cara que você é um infeliz que não sabe jogar em equipe! Sim, porque como eu vou avisar ao senhor 8 ) que tem um Spy atrás dele, ou que eu preciso de cura, ou que ele deve ir pela entrada da esquerda em Well porque na direita tem sentry? “Cuidado aí, oitofechaparêntese!” Ah, vá se foder com força!!!

Caras que usam nicks assim são minoria nos servers gringos. Eles existem, e são um problema como aqui, mas não são a regra. Normalmente usam Sniper, Spy, ou outra classe que é capaz de trabalhar meio fora do teamplay. E muitas vezes são bons, acabam ajudando o time indiretamente.

No Brasil não: é raro encontrar alguém que tenha visivelmente se esforçado para criar um nick inteligente (ou que pelo menos use o seu próprio nome, como eu), em oposição aos numerosos casos de gente que criou o nick pensando unicamente em mostrar aos amiguinhos como ele domina o Mapa de Caracteres do Windows. E todos eles jogam com todas as classes, óbvio, inclusive com Médicos e Engenheiros (classes de suporte, que praticamente só servem, ou serviriam, no caso, para ajudar os outros), trazendo consigo todo o egoísta-você-que-se-exploda-lifestyle.

» O F10

Esse é outro que merece um capítulo separado. O F10. Quantas mil vezes eu já me deparei com isso? Explico: F10 é a tecla que sai do jogo. Dá quit no servidor. Agora adivinha qual é a resposta padrão para qualquer pergunta que um inocente novato fizer?

“Como abre as armas novas, alguém sabe?”
“Aperta F10 e escolhe no menu”.
Noob left the game (Disconnected by user).

“Como eu subo nesse lugar aí onde vocês estão?”
“Aperta F10 que tem um pulo mais alto lá”.
Noob left the game (Disconnected by user).

“Como dá critical hit?”
“Tem que apertar F10 pra ligar o critical”.
Noob left the game (Disconnected by user).

“Como cura?”
“Aperta F10”.
Noob left the game (Disconnected by user).

Não é o CÚMULO da filhadaputice? Em vez de ensinar os outros a jogar, o pessoal (e não é um ou dois, eu já vi isso acontecendo INÚMERAS vezes) simplesmente faz com que o coitado do cara, que acabou de comprar o jogo e tá querendo aprender a se divertir, essencialmente se “auto-kicke” do jogo.

E notem que, além de ser algo extremamente idiota / filhodaputa / egoísta / babaca / sádico / canalha de se fazer, quem faz isso está SE prejudicando por um mísero LOL. Se o carinha tava perguntando “como cura”, é porque ele estava querendo jogar de Medic, e TODO time precisa de Medic em QUALQUER situação. Sem contar que o Noob tem grandes chances de, em vez de abominar uma atitude como essa, resolver que a melhor forma de lidar com isso é aproveitar a primeira oportunidade pra pegar outro Noob nessa pegadinha. Porque brasileiro é filho da puta em jogos online, não tem jeito.

» Conclusão

Se você é brasileiro e joga online, por favor esforce-se para não ser um filho da puta. Já há demais deles. Adote um noob. Ensine como jogar, como se comportar (regra número um: não seja o babaca que você não tem coragem de ser no mundo offline) e, principalmente, ensine que o cara mais legal do servidor não é o cara mais estúpido.

E se você for o carinha que saiu do servidor achando que ia perder o jogo porque não baixou o update do Scout que ainda nem existe, saiba que está tudo bem.

Bom fica ai o texto, bem interessante não? E vocês o que acham?

Voltei!

Pessoal, desculpem a falta de atualização do blog. Cheguei de viagem hoje do carnaval! Segunda tem coisa nova vindo ae!

Abraços!

Videogame brasileiro chega ao mercado

O Brasil vai entrar na briga pelo mercado mundial dos videogames em breve. De acordo com Kirk Johnson, representante da Qualcomm e vice-presidente da Zeebo Inc. para parcerias estratégicas, o console fabricado em parceira pela companhia americana e pela brasileira Tectoy deve chegar às lojas já em março. O lançamento, no entanto, será feito apenas para teste de mercado, em região do país ainda a ser definida.

Até junho, no entanto, o aparelho deve ser disponibilizado para todo o país. De acordo com Johnson, o videogame deve entrar na briga com os aparelhos mais caros, como o Xbox 360, da Microsoft, o PlayStation 3, da Sony, e o Wii, da Nintendo, em países emergentes, como Brasil, Rússia e Índia. “Vamos entrar como uma opção para o consumidor que está acostumado a consumir produtos piratas, já que cada jogo deve custar entre US$ 5 e US$ 15, e será baixado diretamente da internet, sem a necessidade de se locomover até uma loja física”, afirmou Johnson ao G1 em Barcelona, onde a Qualcomm participa do Mobile World Congress 2009.

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O Zeebo será fabricado em Manaus, tem previsão de preço de R$ 599 e virá acompanhado de um controle e seis jogos na memória: “Fifa”, “Brain challenge”, Super action hero”, “Prey evil”, “Need for speed” e “Quake”. A tecnologia que permitirá que os jogos sejam baixados da rede foi desenvolvida pela Qualcomm. O Zeebo conecta-se via 3G a uma rede própria, a Zeebonet 3G. Nos locais onde o sinal não estiver disponível, o console pode conectar-se ao sistema EDGE (das redes de celular comuns). Uma vez ligado à rede, o jogador poderá comprar créditos pré-pagos para baixar os jogos. Em novembro de 2008, a Tectoy afirmou que os créditos para aquisição dos jogos poderão ser adquiridos via boleto bancário, cartáo de crédito, de débito ou mesmo por cartões vendidos em lojas.

Catálogo de jogos A previsão da Tectoy é que até março de 2009 existam 19 jogos no catálogo do Zeebo, número que pode chegar a 51 até dezembro. Produtoras como Electronic Arts, Namco, Capcom, Activision, Sega e id estão na lista de parceiros na produção de jogos para o videogame. Assim como o Wii, da Nintendo, o controle do Zeebo é dotado de sensores de movimento, que devem ser utilizados para controlar algumas funções dos jogos disponibilizados para download. Na demonstração do game “Fifa”, em Barcelona, as funções não estavam disponíveis para este uso, no entanto. Mas, de acordo com Johson, isso fará parte de outros games vendidos já à época do lançamento do videogame. “O Brasil é um mercado muito interessante, onde há muitos jovens interessados em jogar, mas sem renda disponível para gastar em equipamentos e jogos caros”, afirma o executivo.

Segundo ele, a parceria com uma empresa brasileira como a Tectoy foi essencial para a criação de um videogame de baixo custo. “Vamos começar no Brasil. De lá, vamos para a América Latina e para a Rússia”. Não está descartada, no entanto, a chegada do Zeebo a mercados mais competitivos, como Estados Unidos e Europa. “Se o aparelho for bem aceito, não há motivos para limitar sua venda”. Sony, Microsoft e Nintendo já vendem games mais simples para os jogadores chamados de “casuais” por meio de downloads. No entanto, para ter acesso a esses jogos, é necessário comprar aparelhos mais caros que o Zeebo, que será vendido a cerca de US$ 200, sem subsidios, em qualquer país, afirma Johnson.

Achei animal essa atitude de lançar um VDG brazuca. Mas 599 reais é palhaçada né? Um play 2 custa 499, e tem muito mais games e com gráficos muito mais legais. Devia custar uns 299 reais.

Via G1/Globo

“Não somos escravos do nosso passado!” diz Kisser

Taking of this photo was in cooperation with M...

Em uma aparição no programa esportivo de rádio “Jitball” (Bulgária) no último dia 6 de fevereiro, Andreas Kisser (guitarrista do SEPULTURA) foi questionado sobre as baixas vendas na primeira semana de lançamento do novo álbum “A-Lex”. “Pois é, para uma banda como a nossa com 25 anos de história, não importa tanto se vendemos muito ou pouco,”, retrucou Andreas. “É algo que acontece com todas as bandas, especialmente em um período onde vivemos uma transição tecnológica”.

“Quando o Sepultura começou, tínhamos apenas fax. Agora você tem celular e a Internet e todo esse lance de downloads. As vendas de fato caíram bastante com isso. Mas acontece com todo mundo. E as pessoas vêem apenas o que Max (Cavalera, frontman original do SEPULTURA) e Igor (Cavalera, baterista original) estão fazendo depois da saída deles do grupo. As pessoas precisam abrir mais suas cabeças, sem preconceitos ou saudosismo. Não somos escravos do nome da banda. Recriamos o Sepultura todos os dias. Este é o presente”.

“Não somos escravos do nosso passado. O respeitamos, tocamos tudo o que já fizemos, mas ‘A-Lex’ está recebendo uma resposta muito boa também. Estamos bem nas paradas pela Europa. No Brasil, vendeu mais de 5 mil cópias em menos de uma semana. Você entende, na América – eu acabo de receber um e-mail dizendo que estamos na posição 80 ou 60 na Billboard, algo assim. Não é algo positivo, mas você sempre verá gente falando merda. É parte de se estar no SEPULTURA. E estou falando que isso acontece desde o primeiro dia, mesmo antes de eu entrar na banda. A banda foi fundada em Belo Horizonte, uma cidade muito religiosa no Brasil. Desde os velhos tempos escutamos merda. Sempre! Todos os dias!”

Leia a entrevista completa (em inglês) transcrita no site da emissora de rádio búlgara neste link.

Via Whiplash

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